
Não sei se esse é o termo adequado.
Eterna receosa?? Talvez.
Medo da entrega, da mágoa, da ferida.
Quem pode imaginar, adivinhar o que se passa?
Tudo é confuso, estranho, mais que estranho.
Mundos sem fim de informações úteis, emaranhadas com inúmeras inúteis.
Deixar-se a deriva desse furacão furioso e descontrolado de conflitos e rejeições é o mesmo que dizer adeus em vida.
Quem entende? Quem importa?
Pra que entender se o importante é sentir.
Sentir tudo. O bom e o ruim.
Isa de Brito

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